01 Dec 2016

As expectativas são boas para a próxima safra de soja. Visando maximizar ainda mais os ganhos, muitos agricultores estão investindo em novas tecnologias nutricionais. Foi essa possibilidade de ampliar rendimentos sem dificultar o manejo que chamou a atenção dos irmãos Luiz Moulatlet e Carlos Moulatlet, agricultores proprietários da Agropecuária Jatibuca, com sede em Itaberá (SP), que cultivam grãos em diversas áreas da região Sudoeste Paulista.Luiz Moulatlet, agricultor há mais de 30 anos, explica que a decisão de abrir espaço para novas tecnologias em nutrição para soja foi uma estratégia definida juntamente com a equipe técnica que acompanha as lavouras da família.

A tecnologia de fertilização fluida via sulco de plantio, desenvolvida pela Nutriceler, foi aplicada em uma área de 180 ha. “Já estávamos acompanhando alguns resultados do tratamento realizado em várias regiões do país. Foram esses resultados que nos motivaram a investir, tendo em vista que nosso objetivo é aumentar a produtividade de nossas áreas e obter maior lucratividade com a soja”, diz. O agricultor revela ainda que todo procedimento de plantio da área foi realizado após análise técnica do solo, contando inclusive com comparativos de análises de fertilidades de períodos anteriores. “Que a tecnologia funciona, já sabemos. O que queremos é ter um controle muito criterioso sobre o quanto iremos ser beneficiados com essa ferramenta que reúne produtos de alto desempenho e de ação mais eficiente. A praticidade da tecnologia também nos agradou bastante. Estamos com ótimas expectativas”, completa Luiz.

O engenheiro agrônomo, Leonardo Brisola Rodrigues, consultor técnico da Nutriceler que acompanhou o manejo realizado com a tecnologia Nutriceler na área dos irmãos Moulatlet, explica que as formulações que fazem parte deste pacote de tecnologia foram desenvolvidas para potencializar o desenvolvimento das plantas visando o aumento de produtividade. “Podemos destacar diversas vantagens diretas para o agricultor, que conta com uma redução significativa do volume de insumos sólidos em operação e consegue realizar o procedimento do plantio de forma mais rápida e prática”, explica o agrônomo. Leonardo também aponta outros benefícios do uso da tecnologia, uma menor compactação do solo e o melhor aproveitamento da mão-de-obra. “Conseguimos observar um ganho de rendimento na operação de plantio de até 30%. Isso já é lucro para quem planta”, comenta.

Leonardo conta ainda que a eficiência do sistema também está associada a forma como são aplicados os fertilizantes, via sulco de plantio, de maneira mais uniforme, sem desperdícios e com alto poder de concentração dos nutrientes próximos à sementes. “Como estes fertilizantes são desenvolvidos com nutrientes prontamente disponíveis às plantas, a absorção e a metabolização são muito mais rápidas e eficientes”, ressalta Leonardo.

Fonte: SENAR