09 Dec 2016

Brasília (07/12/2016) – Um sonho realizado para graduandos e para o Sistema CNA/SENAR. A noite desta terça-feira (6/12) marcou a formatura da primeira turma de alunos do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio da Faculdade de Tecnologia CNA. Ao todo, 18 estudantes concluíram a graduação e, a partir de agora, são considerados tecnólogos em agronegócio.

Com a presença de familiares dos formandos, docentes e funcionários da entidade, a solenidade histórica contou com a presença do presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, que foi o paraninfo da turma. João Martins ressaltou a coragem dos alunos em acreditar numa carreira nova e garantiu que eles fizeram uma aposta certa. Para o presidente da CNA, a atividade agropecuária não aceita mais improvisos e o futuro do agronegócio brasileiro depende de profissionalismo.

“O mundo de hoje não é para os covardes, mas sim para aqueles que têm determinação. Vocês apostaram numa profissão que ainda não é conhecida, mas vão trabalhar com a coisa mais nobre que existe: a terra e produzir alimentos para o ser humano. Tenho certeza que num futuro bem próximo vocês serão reconhecidos”, projeta.

A cerimônia foi conduzida pelo diretor da Faculdade de Tecnologia CNA, Daniel Carrara. Ele destacou a emoção do momento e a expectativa do setor em contar com profissionais capacitados para continuar crescendo.

“Hoje realizamos um sonho que começou há quatro anos, quando criamos a Faculdade de Tecnologia CNA. Não um sonho de capricho, mas de uma demanda que existe do setor mais importante da economia do nosso país. Criamos a faculdade para colocar a nossa experiência a serviço dos produtores rurais do Brasil e para que pessoas como vocês possam nos devolver em gestão. Essa faculdade vai ser muito grande, maior que a CNA, que o SENAR e que as Federações porque o setor precisa de profissionais qualificados e vocês sairão na frente, pois são os pioneiros”.

Também participaram da formatura a coordenadora do Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio e pós-graduações da Faculdade de Tecnologia CNA, Maria Aparecida de Assunção; o representante da mantenedora da instituição, André Sanches; e o professor homenageado, Joaci de Medeiros. Entre as autoridades presentes, o vice-presidente diretor da CNA, Mário Borba, e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Rio Grande do Norte (FAERN), José Álvares Vieira.

Confira os nomes dos 18 tecnólogos formados:
Águeda Faúla Andrade
Ana Claudia da Cruz
Antônio Marcos Rabelo
Carlos Alberto Quaresma
Carlos Magno Pires
Celma de Souza Rocha
Edvan de Oliveira
Hélio Viera Caixeta
Isabel da Cruz Rodrigues
Jozé Tomás do Nascimento
Leonardo Bomtempo Araújo
Marco Antonio Pinho Alves
Milton de Souza Neto
Olivan de Jesus Pereira
Paulo Donizete Dias
Paulo Francisco Soares
Tayane De Andrade Jansen
Vinicius de Oliveira Costa

Vontade de contribuir com o Agro
Passadas as homenagens e comemorações, os novos tecnólogos em agronegócio do Brasil querem conquistar novos espaços e contribuir com o setor em que decidiram apostar. Exemplo de dedicação e valorização do estudo, Marco Antonio Pinho Alves, de 49 anos, concluiu a sua segunda graduação. Formado em Economia e, atualmente, cursando a sua terceira pós-graduação também na Faculdade de Tecnologia CNA, ele acredita que precisava adquirir conhecimentos da área para se aprimorar e atuar com mais segurança.

“Precisava entender o agro, que é algo gigante, grandioso e com um público diferenciado. Para isso, nada melhor do que um laboratório como a faculdade. Quero atuar efetivamente em algum programa ou projeto onde eu possa fazer uso desse conhecimento. O reconhecimento e uma carreira de sucesso serão consequências desse trabalho”, entende Alves, que hoje trabalha como assessor técnico no departamento de Informático do SENAR.

A formanda Águeda Faúla Andrade, de 25 anos, que atualmente é estagiária no Instituto CNA, deseja continuar atuando dentro do Sistema CNA/SENAR e, de alguma forma, aplicar o que aprendeu para benefício do segmento. “O grande diferencial do curso é a parte prática e o conhecimento que os profissionais da casa passam para os alunos. Adquirimos uma vivência do agro não só da porteira para dentro”, avalia.

Vinicius de Oliveira Costa, de 37 anos, elogia o fato do curso ser focado totalmente no agronegócio e na parte de gestão. Ele espera poder agregar os conhecimentos de tecnólogo com os que já possui como zootecnista. “Quem tem conhecimento e está qualificado tem muito mais chances de entrar no mercado. O setor precisa de pessoas assim. Quero juntar essas duas formações para abrir mais portas no Brasil inteiro”.

Fonte: CNA