Balança Comercial Brasileira em julho de 2012
Na 1ª semana de julho de 2012, a balança comercial registrou superávit de US$ 623 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,360 bilhões e importações de US$ 4,737 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 122,574 bilhões, as importações, U$S 114,881 bilhões, com saldo positivo de US$ 7,693 bilhões.
ANÁLISE DO MÊS
Nas exportações, comparadas as médias da 1ª semana de julho/2012 (US$ 1,072 bilhão) com a de julho/2011 (US$ 1,060 bilhão), houve aumento de 1,2%, em razão do crescimento nas exportações de produtos: semimanufaturados (+14,8%, de US$ 158,2 milhões para US$ 181,6 milhões, por conta de ouro em forma semimanufaturada, ferro fundido, madeira, ferro-ligas, couros e peles, celulose e açúcar em bruto) e básicos (+1,9%, de US$ 508,5 milhões para US$ 518,3 milhões, por conta, principalmente, de trigo em grão, farelo de soja, carne suína e bovina, soja em grão, fumo em folhas e minério de ferro), enquanto decresceram as vendas de manufaturados (-3,4%, de US$ 371,1 milhões para US$ 358,5 milhões, em razão de óxidos e hidróxidos de alumínio, açúcar refinado, polímeros plásticos, tratores, calçados, partes de motores para veículos e autopeças). Relativamente a junho/2012, a média diária das exportações subiu 10,8% (de US$ 967,7 milhões para US$ 1,072 bilhão), devido ao crescimento de semimanufaturados (+48,8%, de US$ 122,1 milhões para US$ 181,6 milhões), básicos (+10,7%, de US$ 468,3 milhões para US$ 518,3 milhões) e manufaturados (+1,1%, de US$ 354,6 milhões para US$ 358,5 milhões).
Nas importações, a média diária na 1ª semana de julho/2012, de US$ 947,4 milhões, ficou 4,1% acima da média de julho/2011 (US$ 910,2 milhões) e 2,2% superior a junho/2012 (US$ 927,4 milhões). No comparativo com julho/2011, aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (+51,3%), veículos automóveis e partes (+16,1%), farmacêuticos (+14,8%) e cobre e suas obras (+8,7%). Em relação a junho/2012, houve acréscimo, principalmente, nos seguintes produtos: veículos automóveis e partes (+44,7%), cobre e suas obras (+24,9%), combustíveis e lubrificantes (+11,5%), farmacêuticos (+2,7%) e plásticos e obras (+2,3%).

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